Como é a produção audiovisual economicamente sustentável?
A cadeia do audiovisual é imensa, diversa e atualmente possui várias escalas de investimento, desde as superproduções que movimentam um mercado maduro e global até as formas mais simples de criação para as redes sociais (que engajam milhares de pessoas diariamente). Mas o que todas elas têm em comum?
PROCESSOS E MÉTODOSESTRATÉGIA E GOVERNANÇA
Como construir essa Cultura Audiovisual Própria e quais caminhos seguir para atingir a produção audiovisual economicamente sustentável? Com um processo de análise interna, construção de rotinas e métodos que integrem a governança. Com isso, é possível manter o diálogo de forma mais assertiva e dinâmica com os talentos e os fornecedores do universo audiovisual. Assim, com os processos alinhados, o foco da relação é a criação de vídeos, animações, podcasts, vídeos interativos, shows, enfim, o que a necessidade, a criatividade e os objetivos possam trazer.


A produção audiovisual nunca esteve tão democrática. É possível a praticamente qualquer pessoa que tenha um smartphone gravar e publicar um vídeo. Mas este é apenas um dos degraus iniciais da longa escadaria do universo dos vídeos e áudios.
Quando empresas, produtores culturais e instituições buscam otimizar sua atuação com produtos em áudio e vídeo, a realidade se apresenta: fazer vídeos que gerem engajamento e movimentem estratégias de comunicação não é simples e muito menos tão barato assim...
Então, como é possível aproveitar o poder que está ao alcance de quase todos, de realizar audiovisual para turbinar projetos? Um passo possível é praticar a Produção Audiovisual Sustentável, tanto do ponto de vista econômico quanto ambiental. A reutilização de insumos e materiais, como cenários, por exemplo, ou a otimização do armazenamento de ativos gerados podem ampliar o aproveitamento dos investimentos e reduzir impactos ambientais.
Imagens, músicas, artes visuais em movimento ou estáticas, efeitos sonoros, depoimentos, entrevistas, sons ambientes, interferências visuais em desenhos, stock-shot, time-lapse, cenários virtuais ou reais, memórias audiovisuais com o registro de acontecimentos e o destravamento de processos por meio da gamificação. Além de ativos educacionais com o registro de conhecimento em vídeo para diversos públicos. E uma das potências desses ativos é a valorização por meio de remixagens e reutilizações que ajudam a maximizar investimentos em audiovisual. Exemplificando: suponhamos que sua empresa tenha realizado um grande evento inspirador, com convidados, palestrantes, dinâmicas e processos que trouxeram uma experiência incrível para os participantes.
Mas apenas um número seleto pode acompanhar. Como eu propago esse conhecimento para mais pessoas?
Ah, uma transmissão ao vivo levou esse material para todos com acesso livre via web. Maravilha! Mas será que todos – que não estavam no ambiente – conseguiram viver a mesma experiência? É provável que não… e como MAXIMIZAR esse ATIVO (conhecimento que se tornou um ativo audiovisual ao ser transmitido e gravado)?
Essa é uma das funções da sustentabilidade econômica no audiovisual. Gerir esse ativo inclui convertê-lo em acervo, para ser reutilizado, remixado e ressignificado para os diversos públicos, adaptando e criando novos vídeos, gerando NOVAS EXPERIÊNCIAS.
Este é um dos exemplos de Produção Audiovisual Sustentável! Mas há outros, como a gestão sustentável na cadeia produtiva e da administração desses ativos (armazenamento, workflow, segurança da informação, etc.). Isso é parte importante da Cultura Audiovisual Própria que recomendamos aos nossos clientes. Tão importante quanto escolher um bom parceiro produtor de áudio e vídeo é ter bem estabelecidas as regras e fluxos de Gestão Audiovisual dentro da organização. Esse é o sistema adotado pelas maiores empresas do segmento audiovisual no mundo.
A padronização tanto técnica quanto processual dá ao fornecedor um caminho mais assertivo para poder desenvolver o que tem de melhor: o talento da criação audiovisual.
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